terça-feira, 19 de julho de 2011

O Mico, o Macro e o Micro.

O Mico
O Brasil não foi tão mal contra o Paraguai, isso ficou claro no jogo de ontem na maioria dos comentaristas,  na maioria dos programas esportivos que assistí nesta segunda-feira. Tirante algumas opiniões que seriam maldosas, não fossem senis (Juca Kfouri), a maioria delas foi de encontro à minha conclusão: O Brasil fez uma boa partida, jogou melhor que seu adversário e, por não contar com a sorte e o talento individual na hora dos lances pontuais do jogo e nas disputas de pênaltis, foi eliminado. Já nos aconteceu coisa parecida pelo longo dos tempos idos. Li no Blog do excelente Eugênio Leal da Rádio Tupi que foram ao todo 43 edições da Copa América e, pasmem vocês que nos acham o máximo, ganhamos apenas oito! O Brasil foi eliminado dessa fraquíssima Copa América no "detalhe parreriano", no gol, ou, na ausência deste. Por isso acho que nosso Mico pode ser vestido com a roupinha de algumas atuações individuais que não souberam enfiar a bola pra dentro no tempo normal e, de maneira bisícula (mistura de bisonha com ridícula) nos pênaltis. Mico digerido.


O Macro
Essa Seleção Brasileira, ou a Seleção do Mano Menezes é ou será resultado de uma medida extrema tomana pelo nada extremado Ricardo Teixeira. Em 2010 foi a mesma coisa e vocês logo entenderão o meu ponto de vista, a minha visão. Ricardo Teixeira chamou Galvão Bueno logo após a Copa do Mundo de Weggis, digo, da Alemanha e mandou: "Assim não dá, assim não pode ser! Vamos mudar tudo! Nada de sacanagem na concentração! Nada de sacanagem depois dos jogos! Saganagem o que esses caras fizeram comigo, digo, com a gente Galvão! E então, sob a concordância de todos - menos da minha, óbvio -, nascia o Treinador Dunga. E Dunga que veio anticonsepcionar tudo o que Parreira havia feito nos quatro anos anteriores, encheu a nossa Seleção de brucutus iguais a ele e começou a domesticá-los, digo, treiná-los.
Os brucutus de Dunga venceram a Copa América e a Copa das Confederações. Em nenhum momento, mas em nenhum momento mesmo, essa seleção de Dunga se pareceu com uma Seleção Brasileira - mesmo quando venceu adversários tradicionais. Um futebol feio, voltado para resultados que obteve resultados, menos o resultado para a qual foi criada. Sim, apesar dos brucutus de Dunga um trabalho de coesão acabou sendo realizado e o Brasil, se não tinha uma Seleção Brasileira, ao menos tinha um grupo formado e entrosado. Mas Ricardo Teixeira, horas após o fiasco da África do Sul, mais uma vez se reuniu com Galvão Bueno e foi logo avisando: "Assim não dá, assim não pode ser! Vão sacanear o carambola! Chega de brucutu em campo! Chega de veterano em campo! Sacanagem o que esses caras fizeram comigo, digo, com a gente Galvão." E então, sob a concordância de quase todos - aqui vem a opinião senil e maldosa de Juca Kfouri que abriu o Linha de Passe hoje dizendo que o Mano Menezes ganhou duas segundonas, uma Copa do Brasil, foi vice de uma Libertadores e, com este currículo "marravilhoso", caiu de para-quedas na Seleção. O que Juca deve ter dito de Dunga à época? - mas, sob a concordância de quase todos surgiu Mano Menezes no comando da Seleção Brasileira - sei que o cargo seria de Muricy, mas não é sobre o cargo que discorro. Mano assumiu a Seleção da CBF com a incumbência inegociável de desconstruir tudo o que os quatro anos de Dunga a frente da Seleção Brasileira foram capazes de construir. Sei que era um bando de brucutus, mas era um bando de brucutus entrosado e experiente. O ambiente ideal para que Ganso, Neymar, Lucas, Ramirez, Thiago Silva e qualquer outra promessa fossem sendo inseridos aos poucos e não da maneira que está acontecendo. Penso ser esse o maior problema dessa Seleção e, de seu treinador, pois a imprensa esportiva, apesar dos comentários mais amenos de hoje, deu pinta ontem de que paciência será um sentimento não disponível para o consumo dos equívocos de Mano Menezes.  Sou pelo trabalho mesclado. Tomara que Mano possa desconstruir a cabeça de Ricardo Teixeira.


O Micro
Se não for possível consertarmos o Macro, vamos então nos ater a salvar o micro, para que novos micos não surjam. Quer dizer, novos micos podem até surgir, esse não seria o problema. O problema é que em 2014 um Gorila nos espera de sorrisos e braços abertos.
Essa é a filosofia, não temos como mudá-la? Então Mano vamos arrumar os garotos de um jeitinho mais adequado ao material que você dispõe. Tenho algumas idéias. Ramirez - gosto dele - poderia jogar ao lado de Daniel Alves ou mesmo de Anderson. Lucas Neiva não dá, ao menos no momento. A experiência de Lúcio deverá continuar nas futuras convocações, mas acho que o zagueiro Davi Luiz também deveria ter a sua chance, pois em 2014 será ele o zagueiro da Seleção - ou então alguma revelação que poderá surgir por aí. Mas uma vez a experiência ao lado da juventude que precisa se firmar. Agora, amigo Mano Menezes, dê ao Ganso a "10", mas dê ao Ganso alguém de talento e experiência para jogar ao seu lado - Kaká, Alex, Thiago Neves... Enfim, se vire, mas não deixe a rsponsabilidade toda em armar uma Seleção Brasileira na mente, mesmo brilhante, de um jovem de 21 anos. Nos lados do campo estamos bem servidos: Neymar, Pato, Lucas... Mas precisaremos de um centro-avante de respeito, referência - já aviso: o Fred não dá. Luís Fabiano ainda é o meu favorito, mais pela falta de opções. Pato não é centro-avante.
Enfim Mano, dê uma cara a essa Seleção. Chame a experiência para organizar e conduzir a juventude em campo. Lance-os às feras alemãs. Perca, vença e empate, mas não se perca e nem saia do caminho do futebol total e, futebol total é o futebol bonito e vencedor e não aquela coisa que tínhamos antes de você.

segunda-feira, 18 de julho de 2011

Vergonha!!!!

Por que vergonha? Não achei.

Aliás, estou estupefato, impressionado com o jeito como é tratada essa eliminação do Brasil. Jornalistas, comentaristas, todos sérios e com anos de cancha dizendo coisas do tipo: "Mano Menezes traiu os brasileiros com essa convocação." Ora, Mano traiu? Sabemos todos nós que em toda Seleção Brasileira da história houve controvérsias nas convocações. Esse deveria ter ido, aquele não, esse aqui foi injustiçado, enfim, graças a Deus nossas gerações de craques sempre nos proporcionaram essa discordância eterna e saudável em sua eternidade. Então não podemos dizer que Mano nos traiu em sua convocação. Convoque você a Seleção Brasileira e tente não contar com 80% dos jogadores que estão na Argentina. Não dá, não é mesmo?
Outros dizem que Mano Menezes não sabe armar um time, sua seleção. Pô, já disse aqui: não julgue a Seleção Brasileira de Mano Meneses pelo resultado dessa Seleção na Copa América. Nem mesmo um esquema tático poderia surgir com sucesso em tão pouco tempo. Foi a primeira competição da Seleção Brasileira de Mano Menezes. Penso que a partir de agora sim, devemos ficar de olho em alguns vícios de times que não têm futuro. O primeiro deles, ao meu ver, é aquela coisa de família. Isso é uma inverdade demagógica que não engana ninguém (por favor, alguém avise ao Galvão Bueno que só mesmo na máfia a família é respeitada nos negócios). Se Mano se fechar com esse ou aquele grupo ou jogador, melhor ceifá-lo agora, mas não creio que seja o caso. Por incrível que possa parecer tenho gostado de Mano Menezes em suas entrevistas sempre coerentes e pouco ufanistas. Sem ódio e nem soberba Mano Menezes aponta os defeitos que enxerga e promete não consertá-lo, mas tentar consertá-los e, tem de ser por aí mesmo.
A Seleção Brasileira fez hoje uma partida normal para a fase em que se encontra sob o comando de seu treinador. Ainda é o início, mas Mano Menezes já testou algumas nuances na Seleção, tanto nas escalações, como na maneira de atuar. Do outro lado não estava Honduras, que já eliminou uma Seleção Brasileira campeã do Mundo, mas uma respeitável Seleção Paraguaia. O Brasil perdeu nos pênaltis. Mereceu a Seleção Brasileira, inclusive, ganhar a partida no tempo normal e na prorrogação. Sim, quatro pênaltis desperdiçados é muita coisa e aí podemos chamar essa parte de tudo o que aconteceu de vergonha. Sim, foi uma vergonha, mas no caso foi uma vergonha pessoal, de cada batedor. Mano Menezes perguntou a todos os batedores se esses se garantiriam diante do goleiro paraguaio e obteve resposta positiva de todos eles.
Vergonhosa, ao meu ver, é essa onda de caçadores de cabeças que implementa a imprensa esportiva brasileira. Que é isso?! Entendo que o cargo de treinador de Seleção Brasileira é a porta da rua, mas calma lá galera. Vamos ver como Mano Menezes se comporta daqui pra frente.


Por falar em comportamento...

Penso que aqui reside todo o problema da Seleção Brasileira. Tentam implantar o espírito Neymar no time do Brasil. Espírito Neymar em campo. Sabemos que o jeitinho ridículo Neymar de ser não o levará a lugar nenhum. Seu comportamento acabará por derrotá-lo naquilo que buscará em sua carreira. Neymar precisa virar homem, porque o mundo que freqüentará a partir de agora e feito e destruído por homens. Este espírito Neymar não serve para e nem servirá à seleção Brasileira. Nem Neymar e nem Robinho possuem envergadura moral para conduzir nada na Seleção Brasileira. Nos falta o exemplo, o caráter, a postura e, o Lúcio que me desculpe, mas esse cargo, essa incumbência não poderá partir de um zagueiro e nem de um goleiro. Esse caráter terá de surgir no meio de campo. O cara que porá a bola debaixo do braço e dirá a Robinho e a Neymar o que e quando fazer. Esse deveria ser o papel de Ganso, mas temo pela juventude e timidez do excelente jogador. Mano Menezes deveria, ao meu ver, aumentar a média de idade da Seleção e lançar os garotos aos poucos, ao lado de feras consagradas. Que feras?!! Sei lá!

Comentários dos quais gostei. Críticos com coerência.
http://blogdobirner.virgula.uol.com.br/
http://espn.estadao.com.br/pvc/
http://blogs.estadao.com.br/antero-greco/
http://espn.estadao.com.br/paulocalcade/post/203346_BRASIL+VOLTA+AO+INICIO



domingo, 17 de julho de 2011

Render-se? Sempre que preciso retroceder.

Olé - Argentina
Ao tentar demonstrar meu aborrecimento com o que acontece ao Campeonato Brasileiro por culpa da CBF, acabei dividindo essa culpa quase indivisível com a Copa América - ela estava meio chata mesmo vai.

Mas o que  Uruguay e Argentina nos proporcionaram ontem me fez rever meu raciocínio e, a partir dessa revisão, surgiu a necessidade de uma explicação por meu descontentamento. A Copa América de 2011 que me desculpe, falhei ao juntá-la no bolo f... que assola o futebol tupiniquim.

Na Copa América de 2007 não houve, apesar do jogo contra a Argentina com aquele gol de Adriano no final. Na Copa de 2009, também não houve, apesar do rsrsrs Júlio Baptista - gente boa, mas será sempre o Júlio Baptista... Gente boa, mas será sempre o Júli... Nada em minha vaga lembrança de Copas Américas me remete ao que vi nesta partida. O que Uruguay e Argentina fizeram  no Cemitério dos Elefantes foi de arrepiar a todos nós, Uruguaios, Argentinos ou não. Um jogaço onde pudemos ver e sentir na pele, bem de pertinho, o que é aquilo que chamam de "garra uruguaia". Um jogo de força sem deslealdade e nem violência. Um jogão que eu jamais esquecerei!

Ovacion - Uruguay
Não acredito que haverá outro jogo nesta competição com a cara dessa estupenda partida; nem Brasil e nem Paraguay, as outras forças do certame, serão capazes de demonstrar suas essências. O Brasil, o seu futebol de técnica apurada e o envolvimento de seu adversário no demonstrar dessa técnica de dribles e jogadas inteligentes, precisas e agudas. O Paraguay, mas parecido com o futebol uruguaio, mas sem a mística celeste, com suas virtudes em não se envolver sob a técnica do adversário, marcando-o com disposição e o contra-atacando mortalmente derrubando favoritos pelo caminho. Não creio que este Brasil e Paraguay será assim. Se for, volto aqui para me desdizer mais uma vez.

Parabéns ao Uruguay e aos uruguaios! Parabéns a todos os que tiveram a sorte de ver este belíssimo jogo de futebol!

sábado, 16 de julho de 2011

CBF, Globo e você, nada a ver!!

Prometo aqui não abusar do saudosismo, mas quem é que esquece aquele amor devastador de outrora? Não, não me refiro ao primeiro amor, desse todo mundo esquece, a não ser aquele pobre infeliz que está com o "primeiro amor" até hoje enquanto verdadeiros amores passam diante dos olhos de seus corações - cabe discussão aqui, mas não é o caso. Refiro-me àquele amor inesquecível por ter se feito inesquecível, por ter sido intenso e marcante. Refiro-me, no caso, à seleção Brasileira de 1982 - a de 70 para alguns e a de 62 para uns poucos. Não ficarei aqui martelando por entre essas incontroláveis lágrimas que salgam meu paladar e danificam meu teclado enquanto escrevo. Não, não voltarei ao Túnel do Tempo (seriado dos porretas!). Utilizarei-me do túnel do tempo para sair do passado em minhas lembranças e voar em direção àquilo que certamente não ficará em minha lembrança - são na verdade e, com perdão ao trocadilho, lambanças.

Faz tempo que a memória daquele torcedor brasileiro, torcedor de Seleção Brasileira, como éramos todos nós que deixávamos tudo para assistir qualquer partida que fosse de uma Seleção Brasilera, faz tempo que a memória desse cara, de nós mesmos, vive num vácuo canarinho que não é preenchido da forma como deveria, com ansiedade e satisfação garantidas.  Exceção feita aos muitos jovens que viram o Brasil ser campeão em 2002  e 1994, mas que não viram nada antes disso, o brasileiro perdeu a identidade com sua mais deliciosa expressão esportiva, a verdadeira Seleção Brasileira de Futebol.

Sei que ficarei à mercê das maldades e profecias terríveis do M.E. (Mandatário Eterno) da CBF. Sim, sei que ele poderá me negar credenciamento na Copa do Mundo de 2014, sei que ele poderá proibir minha presença nas coletivas do técnico e dos jogadores de sua seleção, sei  de tudo isso, mas não posso me furtar e ser furtado calado: esse senhor roubou minha fábrica de inebriantes e inesquecíveis lembranças. Desde que este senhor assumiu o comando da CBF que a outrora Seleção Brasileira virou lugar de negócios, troca de futilidades e vaidades, "mexericos", suspeitas de todo tipo de negócios excusos e desonestos, de negociatas e toda sorte de horrores escabrosos, que vão desde negociatas suspeitas até exibição em horário nobre de penteados assustadores que podem influenciar uma geração inteira . Mas mesmo assim não posso ficar calado à minha própria sensibilidade.

A Rede Globo, que se não é sócia da CBF nos negócios, o é nas atitudes em conjunto, nos mandos e desmandos daquilo que acontece ao futebol brasileiro, agora trabalha em conjunto com a entidade futebolística na tentativa de recuperar esse espaço perdido nas mentes e corações dos brasileiros. Nos empurram a Seleção Brasileira como se dessa forma todo o mal causado antes pudesse ser esquecido.
Percebo hoje, nas diversas enquetes que diversos jornalistas esportivos andam fazendo por aí, que o amor do torcedor por seu clube suplantou em muito o amor deste mesmo torcedor por sua Seleção. Antes não era assim e, por favor, jovem torcedor, não insista, não era mesmo. Qualquer amistososinho com um cata-cata de boliviano era motivo para que país parasse diante da caixinha cheia de válvulas. O povo tinha um amor e um carinho especial pelo seu Selecionado. Fácil de entender.
No passado a Seleção Brasileira carregava consigo jogadores, em sua maioria homens formados que não ficavam rebolando após os gols e nem arrumavam seus cabelos feito calopsitas, que representavam em sua totalidade ou quase, jogadores de times brasileiros. O rubro-negro, o botafoguense, o santista, o palmeirense, enfim, os torcedores dos grandes times do Brasil tinham ali, representando sua pátria, jogadores de seus times. Isso era demais!
Hoje não é mais assim. A Seleção Brasileira se foi. Hoje temos a substituí-la uma Seleção da CBF que representa a própria CBF e seus sócios. Hoje os jogadores que nos representam, melhor, tentam representar, acham que representam, jogam em times europeus, vivem na Ucrânia , no Catar e não têm compromisso com nada e ninguém que não sejam eles mesmos e seus empresários. A CBF e a Rede Globo precisam entender que o amor se foi por conta disso. Hoje o torcedor brasileiro se apega mais ao seu clube do coração do que a própria Seleção da CBF. Sim, sabemos que os clubes brasileiros são como cozinha de restaurantes da Rua do Rosário, mas tal e qual essas cozinhas, o torcedor não tem acesso ao que acontece nos bastidores, depara-se apenas com o produto final. Nesse ponto os clubes perdem dos restaurantes, mas o produto final é movido por uma paixão inexplicável e, o que não se explica não se estingue.
Não adianta em nada pegar um jogo de apelo emocional como este Palmeiras x Flamengo e jogá-lo para uma quarte-feira sem fim, logo após Insensato Coração e antes do O Astro. Isso somente irrita torcedores e profissionais envolvidos naquilo que realmente importa.
O Campeonato Brasileiro, de bisonha média de público, de futebol de baixíssimo nível, de jogos realizados em estádios nos quais ninguém gosta de ir, ainda assim, é bagunçado pela entidade que o produz e pela entidade que o compra para exibir. Uma vergonha descabida, realizada em benefício da busca por um amor e um carinho perdidos no tempo; no tempo que reside no saudoso passado que ainda alegra os corações a as mentes daqueles que estavam lá. Essa Copa América já está dando no saco!

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Onde está minha Guru Marta Suplicy??!!!

Quando não há argumentos contra o inevitável, o melhor é relaxar e gozar (aqui no caso, gozar com a cara dos torcedores dos outros times).

Em respeito à campanha traduzida nos números apresentados pelo Flamengo até aqui, foi retirada a enquete do lado de de uma forma muito singela pedia a cabeça do Luxemburgo assada numa bandeja de madeira mesmo. O Flamengo é vice líder do Brasileiro, poderia estar à frente do Corinthians não fossem alguns vacilos pontuais que em nada diminuíram a boa atuação da equipe quando dos vacilos; esta  equipe perdeu apenas uma partida nos primeiros sete meses do ano, enfim, é muito número favorável para eu ficar daqui de birrinha confrontando meu pensamento contra o pensamento do Rei da Birrinha.
Portanto, declaro encerrada a votação que tentava advinhar a data em que a guilhotina encerraria a passagem de Luxemburgo no comando deste Flamengo. Mas ó... Bem, deixa pra lá!

Fala Brasil!!

"Brasil, devagar com o andor, ô, ô, ô, porque o santo é de barro..."


 Aconselho aos Caçadores de Cabeça de plantão que não julguem o trabalho de Mano Menezes à frente do Escrete Canarinho pela campanha (pífia) que faz a Seleção na Copa América.  Lembremos que fizeram (emos) isso com as seleções das últimas Copas do Mundo e na hora do "vamo-vê" vimos o que vimos. O que mais ouço dos defensores do indefensável Dunga é a frase: "Ah, mas o Dunga ganhou tudo, inclusive a Copa América!"  . E ganhou mesmo. Entretanto, em momento algum, em dia nenhum, o Brasil de Dunga honrou as cuecas, digo, camisas, que vestiam. Sempre foi um time covarde e sem talento que marcava, marcava, e marcava, até que alguns holandeses decidiram não aceitar a marcação imposta pelo cérebro de Dunguinho (mistura de Dunga com Jorginho). Quando os defensores do indefensável Dunga levantam a Copa América como baluarte de suas teses rapidamente mudam o assunto, pois lhes vem à cabeça o fato de que os Boêmios de Parreira também ganharam e de forma muito mais atraente aos olhos de quem gosta do esporte bem jogado do que o time de Dunga "Buro", esta mesma Copa América.

Portanto, temos que imaginar, buscar nossas perspectivas, entender o pensamento de Mano Menezes. Começo pela convocação. Há alguém que o amigo ache injustiçado por não ter sido convocado? Sim!!!!! O Marcelo do Real!!! Está bom, eu concordo, mas o Marcelo deu umas vaciladas. O cargo do Marcelo é um cargo de confiança. Mano não pode confiar por exemplo em alguém que na hora "H" vá ajeitar os meiões enquanto uma bola procura a cabeça de um atacante francês. Temos de entender essa não convocação. Eu, por exemplo, gostaria de ver o Anderson no meio campo do Brasil no lugar de qualquer um - o cara joga muito. Não se iludam e não esqueçam do que este cara fez por aqui, o Anderson não é um marcador, pura e simplesmente. Ele sabe marcar também, o cara pensa o jogo. Mas eu compreendo que se ele não está no time titular agora, poderá estar no futuro.

Precisamos ver se o time busca um padrão de jogo durante as partidas. Entendamos que os jogadores advindos de quaisquer convocações que venham sempre estarão desentrosados em relação aos demais. A Seleção joga pouco e Mano busca seu time. As ofertas são muitas e sempre haverá gente nova. Mas precisamos ver essa gente nova tentando mostrar o seu valor com coerência e padrão de jogo.Ao identificarmos este padrão, aí sim, o analisaremos como algo bom ou ruim.  O padrão de jogo dos times convocados por Dunga deveria ser muito bom e útil, para a Seleção da Nova Zelândia, não para uma Seleção pretendente ao posto de melhor do mundo.  Coerência nas convocações e padrão de jogo. Identificou isso? Então vá julgar o trabalho do Mano Menezes, não apenas na Copa América, mas em qualquer competição ou amistoso que houver. O resultado, por enquanto, não importa em nada. Vamos pegar leve, para ver se a Seleção pega liga. Hoje sou Equador e dou dois de vantagem - é bom uma crisesinha para que a família se una.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Disseram que seria em 2012, mentiram.

O mundo acabará mesmo em 2011, não há como fugir disso. Como poderei almoçar novamente, jantar e o mais difícil, dormir? Como!!?
Kleber, para quem não conhece, centro-avante do Palmeiras, anunciou que suas chances de jogar no Mengão, no Mais Querido, no Maior de Todos, é zero. Como diria meu amigo INRI Cristhi, Ó Paaai!!!!

Tenho uma memória de Kleber e, é com ela que minha ansiedade pela vinda dele para o Mengão trabalhou até aqui. Foi num Flamengo x Palmeiras em 2008. Jailton, grande carniceiro, cometeu pênalti no atacante alvi-verde. Até aí nada demais. No tape do lance percebi que Kleber, enquanto sofria o pênalti, tentava a todo custo largar a mão na cara do defensor do Flamengo. Um absurdo!

Consegui, depois de muito esforço, o link deste lance para os meus leitores. Claro, há outra jogadas no vídeo, mas foi o melhor lugar em que encontrei Kleber e o Palmeiras enfrentando o Mengão. Dá uma olhadinha, dá!